Dr. Douglas Soares Tomé
Médico Psiquiatra — CRM-GO 23219 | RQE 12175

Formação
Formei-me em Medicina em 2011. Antes de seguir para a psiquiatria, atuei por dois anos como médico generalista na atenção básica — período que hoje considero decisivo, porque é na porta de entrada do sistema de saúde que se vê como o sofrimento psíquico costuma chegar: disfarçado de queixa física, de insônia, de cansaço que não passa, de uma consulta marcada por outro motivo.
A residência em Psiquiatria foi feita no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena (MG), um hospital com história longa na psiquiatria brasileira e com um perfil de casos que raramente se encontra em formação apenas ambulatorial.
Depois disso, me especializei em psicogeriatria pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (IPq-FMUSP), em São Paulo — a área da psiquiatria dedicada à saúde mental do paciente idoso, que é ao mesmo tempo a mais delicada de diagnosticar (sintomas psíquicos se confundem com doenças clínicas e com efeitos de medicações) e uma das que mais crescem em demanda.
Atendimento hospitalar desde 2014
Desde 2014 atendo pacientes psiquiátricos internados. É um contato contínuo, que atravessa toda a minha carreira, com os quadros mais graves da psiquiatria: crises agudas, pacientes que já passaram por vários tratamentos sem resposta, situações em que a decisão clínica precisa ser tomada com a pessoa em sofrimento intenso e com a família junto. Hoje, em Rio Verde, sou responsável pela internação de pacientes psiquiátricos agudos pela rede pública.
Isso tem uma consequência prática para quem me procura no consultório: a experiência com casos difíceis não é teórica nem eventual. É o que eu faço há mais de uma década, em paralelo ao atendimento ambulatorial.
Atuação hoje
Atendo em consultório particular em Rio Verde, com hora marcada, a partir dos 12 anos de idade — em paralelo à atividade hospitalar descrita acima.
Como eu trabalho
A consulta dura uma hora, tanto na primeira avaliação quanto nos retornos. Não é uma escolha de conforto: é o tempo que uma avaliação psiquiátrica completa exige para reconstruir a história clínica, examinar o estado psíquico, revisar o que já foi tentado e discutir com você — e, quando faz sentido, com sua família — o que está acontecendo e o que se pode fazer.
O tratamento psiquiátrico é individualizado, porque dispomos de uma variedade de opções terapêuticas. Duas pessoas com o mesmo diagnóstico podem precisar de condutas bem diferentes, e parte do trabalho da consulta é justamente identificar qual caminho faz sentido para o seu caso específico.
Quando o quadro indica, o acompanhamento pode incluir profissionais de outras áreas — psicólogo, terapeuta ocupacional, educador físico. Esse apoio é complementar: o diagnóstico e a condução do tratamento medicamentoso são responsabilidade médica, e é assim que conduzo o cuidado.
